3 de setembro de 2011

Tinha acento agudo e eu queria roubá-lo

É incrível como no meu mundo, ninguém pode ter o mesmo nome que o seu. Talvez justamente porque ele seja seu, e tudo o que me remete a você não tem um sabor muito agradável há muito tempo.
Pode ser ciúmes, fraqueza de espírito, carência, como você preferir. Mas eu chamo de saudade.
E o problema não é você sair por aí rabiscando nome de outra mulher, rabiscando-a, ou pensando em rabiscá-la. O problema sou eu, parada aqui, rabiscando o seu e deixando público o gosto da dor leve que fica depois de memórias indigestas.

Se eu pudesse mudar alguma coisa entre nós dois, mudaria-me.

Um comentário:

Cícero Barbosa disse...

seria bom uma auto-mudança, mas aí ficaria fácil demais.

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Ahá.