2 de outubro de 2011

Relíquias

poemas rimas poesias palavras ou qualquer coisa assim, antigos ou antigas
de anos atrás mesmo



Poesia plano b

jamais saberei
se foi verdade o que disseste
se era de linho o que vestiste
ou do futuro que vieste

mas não ouso querer
pois tal verdade não veio
pois o linho não reveste teu coração
e do futuro, não é sorteio

é imaginação.







Seio da terra

vem, corre pro amor
espanta esse teu olhar
e faz com que tuas entranhas
com que teu inteiror


não estranha
a situação
porque eu fui de inventar
de correr, de violão
de fazer o que manda
o tambor no meu peito

que fui inventar
de fazer arte
fazer sorrir
fazer amor
e deixar saudade
no quanto que quiser
no canto que quiser

que fui inventar
de ser o que quis
de ser artista
de ser feliz
de ser mulher




é, relembrar, viver?

Um comentário:

Roberto Borati disse...

muito bom saber que remexeu no baú e mostrou para o mundo seus antigos passos, gostei muito, como sempre.

Postar um comentário

Ahá.